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Judeu te diz que os judeus podem te estuprar, roubar e matar

JoSportuguese – Joy of Satan em Português


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Judeu te diz que os judeus podem te estuprar, roubar e matar como seus animais, pois é sua “Lei Divina”

– Artigo original retirado diretamente do The Times of Israel

Ele até te informa que os judeus podem estuprar, matar e sequestrar crianças gentias como Lei Divina… Um rabino disse certa vez que todo judeu é um Talmude ambulante, e para entender a mentalidade dos judeus, deve-se ler o Talmude. Bem aqui é um judeu te dizendo sobre o Talmude, tenha isso em mente a próxima vez que eles choramingarem sobre seu holo-conto dos falsos seis milhões, lamparinas e cabeças decepadas, câmaras de gás mágicas com frágeis portas de madeira e outras besteiras. Comunismo é judaísmo e todo este é baseado sobre o Talmude-Torá. Entende agora sobre porque os judeus mataram 100 milhões de goyim como animais em sua União Soviética:
http://expondocomunismo.bucurialuisatan.com/o-verdadeiro-holocausto

Hitler lutou por toda a humanidade contra o mal judeu. Se não fosse Hitler, esses yids psicopáticos estariam com o planeta inteiro sob controlo total.

O Times of Israel removeu a matéria original poucas horas depois de ser postada, mas felizmente diversas páginas na web salvaram um print que pode ser visto aqui:
http://expondocomunismo.bucurialuisatan.com/wp-content/uploads/Times-of-Israel.jpg

Exactamente, os judeus já estão a trabalhar horas extras para tentar conter os danos deste artigo, pois esta é literalmente uma confissão talmúdica odiosa de tudo que é judaico. Esperem todos os tipos de mentiras para tentar encobrir isso.

Compreendendo a Ideia da Terra Judaica Sob a Lei Talmúdica
JOSH BORNSTEIN, 9 de abril de 2015, 12:56 pm

http://blogs.timesofisrael.com/understanding-the-idea-of-israeli-land-under-talmudic-law

Recentemente, eu comecei a estudar intensivamente o Talmude, e esta provou-se ser uma experiência espiritualmente iluminadora. O Talmude tem muito a nos ensinar sobre Deus, os judeus, Israel e a experiência diária. “Ele é um pilar central para entender tudo sobre o judaísmo, mais do que a bíblia”, disse o rabino Adin Steinsaltz, um dos estudiosos talmúdicos mais conhecido do mundo. “O Talmude não é uma bênção divina dada às pessoas. Os judeus o criaram. Mas na outra mão, ele criou os judeus. De muitas formas, somos judeus talmúdicos, acreditemos nisso ou não.”

Todos os judeus praticantes são judeus talmúdicos, pois o Talmude é o núcleo do judaísmo. O Talmude é a rocha que forma a base para o judaísmo e a lei judaica. Podemos ver a influência talmúdica por todo Israel hoje em dia, desde os calendários israelitas aos seus códigos legais. Nas palavras de Herman Wouk: “O Talmude é hoje o sangue corrente do coração da religião judaica. Sejam quais leis, costumes ou cerimónias que pratiquemos – sejamos ortodoxos, conservadores, reformistas ou sentimentalistas espasmódicos – nós seguimos o Talmude. Ele é nossa lei comum.”

Não se engane sobre isso: sob a lei Talmúdica divina, Israel tem o direito absoluto de existir. De facto, Israel tem mais do que o direito de existir. Sob a lei talmúdica, Israel tem o direito de ir MUITO mais poder do que já o tem. Uma olhada sobre o Talmude e o que isso nos ensina sobre o lugar de direito de Israel pode ser muito esclarecedora e reveladora para aqueles de nós que ainda não estão cientes de como a lei talmúdica funciona.

Estudar o Talmude é atualmente algo associado quase que exclusivamente ao judaísmo ortodoxo e conservador. Isso é uma vergonha, porque todos os judeus – incluindo os mais reformistas – têm muito a aprender com o Talmude. Novamente, o Talmude é o fundamento de todas as crenças judaicas. Quão importante é o Talmude? Tão importante que, de facto, Israel está a basear muito de seu sistema legal sobre o Talmude.

Um Estado Judeu endossa plenamente o uso da Torá Judaica e do Talmude com as leis do lugar. No último ano, como parte de uma série de estratégias concebidas para fazer o status judaico de Israel ficar bastante claro, Benjamin Netanyahu afirmou abertamente seu objectivo de fazer o sistema legal de Israel baseado no Talmude, como deveria de ser. Nas próprias palavras de Netanyahu ao membro ultraortodoxo do partido Likud, Yaakov Vider: “Nós vamos legalmente definir o Talmude como a base do sistema legal israelita.”

Como o Estado judeu, a essência judaica de Israel deve ser sentida em cada aspeto da vida israelita. O Talmude é a lei divina do povo judeu, então é essencial que este seja também a lei de Israel – o Estado judeu. Independente dos sentimentos de alguém sobre Netanyahu, seu comprometimento em seguir a lei talmúdica e cimentar o status judaico de Israel é algo para ser verdadeiramente admirado.

Porém, ao reconhecer a ideia de uma “terra palestina”, Netanyahu está traindo o Talmude e a lei talmúdica. Se há um termo que eu realmente não posso ouvir, é o termo “terra palestina”. Ao falar com outras pessoas na comunidade judaica, eu frequentemente ouço o termo “terra palestina” discorrer, e isso sempre me irrita profundamente. Qualquer judeu que fale em “terra Palestina” claramente tem uma profunda ignorância sobre a lei judaica. O Talmude deixa claro que toda a terra pertence aos judeus, e que os judeus podem tomar qualquer terra que desejem. Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348: “Toda a propriedade de outras nações pertence à Nação Judaica que, consequentemente, tem o direito de se apoderar sem quaisquer escrúpulos.” Isso vem direto do Talmude. Por que então esses “palestinos” deveriam ter qualquer terra? Por que eles deveriam ao menos existir?

Nas palavras do grão rabino Ovadia Yosef, “os goyim nasceram somente para no servir, fora isso, eles não tem nenhum lugar no mundo; somente para servir o Povo de Israel”. Semelhantemente, o rabino Ya’acov Perin afirmou publicamente: “Um milhão de árabes não valem uma unha judaica.” Chocante? Não deveria ser. Isso também é lei talmpudica. O Talmude deixa bem claro que a vida do não judeu não tem nenhum valor e que os gentios existem somente para servir os judeus. Sanhedrin 59a: “Matar goyim é como matar animais selvagens.” Abodah Zara 26b: “Até o melhor dos gentios deveria ser assassinado.” Baba Necia 114, 6: “Os judeus são seres humanos, mas as nações deste mundo não são seres humanos, senão bestas.” Midrasch Talpioth, p. 225-L: “Jeová criou o não judeu em forma humana deforma que o judeu não tenha de ser servido por bestas. O não judeu é, portanto, um animal em forma humana e está condenado a servir o judeu de dia e de noite.”

Isso vem diretamente do Talmude, e estes são só os poucos de muitos exemplares. A Lei Divina judaica torna bem claro: os “palestinos” não só não têm direito algum à qualquer porção de terra, mas eles não são nem seres humanos e portanto, não têm nem ao menos direito a viver. Os “palestinos” são bestas sub-humanas inúteis e vermes. Judeus são seres humanos, mas gentios são bestas sub-humanas cujo único propósito é servir ao povo de Israel. A única razão pela qual os goyim devem existir é para servir os judeus. Se goyim não podem servir judeus, então eles deveriam ser exterminados. Nós permitimos americanos, australianos, canadenses e europeus existirem porque eles servem os judeus e servem Israel – e quando eles saem da linha, nós os atacamos, como quando o fizemos aos americanos quando afundamos seu USS Liberty. Nas palavras do ex-parlamentar do Knesset judaico, Yossi Sarid, “nós controlamos os políticos americanos como marionetes.” Países como os EUA, Suécia e Austrália jogam em papeis valorosos não somente em proteger Israel, mas também de servir como depósito de lixo onde Israel pode mandar sudaneses, sírios e lixo sub-humano relacionado que procuram asilo em Israel. Multiculturalismo no Ocidente foi de grande benefício para o povo de Israel, pois isso permite a Israel mandar de volta invasores para o Ocidente ao invés deles se infiltrarem e invadirem o Estado judeu de Israel, de forma a ameaçar a característica judaica de Israel. Multiculturalismo é algo que existe estritamente para os gentios. Este NÃO é algo que deva ao menos ser tentado em Israel. Israel é o Estado Judeu, e permitir QUALQUER não-judeu seria impensável. Essa é precisamente a razão de quando babuínos africanos chegam a Israel, eles são esterilizados, socados em instalações de confinamento e eventualmente mandados para Nações gentias como Suécia, Canadá e Austrália – como deveriam ser. Seus genes inferiores de macaco não são bem vindos em qualquer parte de Israel, pois eles espalham nada além de crime, destruição, ignorância e miséria.

Não-judeus não possuem absolutamente nenhum lugar em Israel, e eles não tem absolutamente nenhum lugar para tentar manipular Israel por aí. A vida de um não-judeu é descartável, e judeus estão destinados a tomar a vida de não-judeus sempre quando necessário. Novamente, o único propósito dos não-judeus é de servir aos judeus. Se não-judeus são inábeis para servir judeus, então, de acordo com a lei talmúdica, deveriam ser exterminados. “Palestinos” não servem aos judeus de maneira alguma. De facto, “palestinos” fazem o exato oposto. “Palestinos” são a maior ameaça à existência contínua do Estado Judeu que existe. Sendo assim, deve-se parar de fingir que esses “palestinos” tenha quaisquer direitos. É hora de lidarmos com os “palestinos” da mesma forma que faríamos com baratas, cupins, pulgas, carrapatos e todos os outros parasitas: através de extermínio rápido e impiedoso.

O Talmude afirma claramente (Bammidber raba c 21 & Jalkut 772): “Todo judeu que derrama o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está a fazer o mesmo que um sacrifício para Deus.” Será que não é hora de sacrifício em massa dessa escória desprezível de “palestinos”? Será que não é hora de limpar a terra de Israel – que pertence legitimamente aos judeus – de todo e qualquer verme sub-humano? O que precisamos fazer é encurralar todas essas baratas “palestinas” e abatê-las como gado. Devemos ter imenso prazer em estuprar, torturar e matar “palestinos”. Devemos ferver “palestinos” vivos em fezes humanas incandescentes. Devemos pegar esses bebés “palestinos” e esmagá-los na frente de seus pais. Devemos multilar e abrir mulheres “palestinas” grávidas, por seus fetos em espetos e espalhar por toda a vizinhança “palestina”. Devemos estuprar os ânus das mulheres “palestinas” com facas de açougueiro em plena luz do dia. Devemos explodir hospitais “palestinos” e estripar recém-nascidos “palestinos” bem na frente de suas mães indefesas. Devemos encher cabeças de porcos com explosivos e jogá-los nas mesquitas “palestinas” e seus centros comunitários. Devemos pegar Uzis (fuzis), descarrega-los em pré-escolas “palestinas”, matando toda criança “palestina” e seus professores. Precisamos mutilar, estuprar, espancar e torturar cada “palestino” em público, enquanto outros “palestinos” assistem indefesos. Devemos massacrar os homens, mulheres e crianças “palestinas” sem nenhuma misericórdia ou pena. O Talmude ordena-nos a fazer isso, e qualquer judeu que não concorde com isso certamente nunca leu e entendeu o Talmude.

O que precisa ser feito aos “palestinos” é MATÁ-LOS, exterminá-los, livrarmo-nos deles. Como lidamos com baratas? Não argumentamos ou debatemos com elas. Nós as exterminamos. Se exterminamos baratas porque elas destroem os fundamentos da casa, porque não deveríamos exterminar os “palestinos”, que destroem os fundamentos do Estado Judeu de Israel? Será que os “palestinos” não deveriam ser tratados ainda mais duramente que baratas, cupins e outros pequenos parasitas? Os “palestinos” são, não obstante, uma espécie muito mais poderosa e destrutiva de parasitas. Enquanto que baratas e cupins meramente destroem construções, o vírus “palestino” ameaça destruir toda a nação de Israel juntamente com o povo judeu. Será que não deveríamos tratar o câncer “palestino” da mesma forma que trataríamos outro câncer? Será que o parasita “palestino” não deveria ser exterminado rápido e violentamente, da mesma forma que faríamos com baratas e cupins? A resposta é sim, e o Talmude claramente concorda comigo. O Talmude diz says (Coschen hamischpat 425 Hagah 425. 5): “É lei matar qualquer um que negue a Torá. Os gentios pertencem aos negadores da Torá.” Sob a lei talmúdica, os judeus são permitidos – e de facto encorajados – a matar cristãos, muçulmanos e qualquer um que negue a Torá.

O único proveito que esses “palestinos” poderiam ter possivelmente seria como material de testes para experimentos médicos. Normalmente, nós não poderíamos conduzir experimentos médicos em humanos que causassem dor significante. Mas uma vez que “palestinos” não são humanos, podemos causar tanta dor neles quanto quisermos. Podemos injetar agentes químicos instáveis em crianças “palestinas”, podemos abrir mulheres grávidas “palestinas”, podemos arrancar a pele de bebés “palestinos” – podemos fazer o que bem entendermos com essa escória sub-humana inútil de vermes. E ao conduzir experimentos médicos em “palestinos”, podemos obter conhecimento que definitivamente será útil para prover assistência médica para judeus. Não somente isso, mas será também muito divertido fazer isso. Será que existe coisa mais gratificante do que escutar os gritos de crianças “palestinas” indefesas sendo partidas ao meio por médicos judeus? Eu certamente não posso imaginar algo mais divertido. O Talmude diz abertamente
(em Yebamoth 98a): “Todas crianças gentias são animais.” Sob a lei Talmúdica, crianças “palestinas” não são humanas. São bestas sub-humanas e somos, portanto, livres para estuprá-las, torturá-las e matá-las como desejarmos.

Eu jamais vou condenar QUALQUER ato – não importa o quão cruel ou selvagem – cometido contra um “palestino”. Os “palestinos” são bestas sub-humanas inferiores e não tem sequer o direito de respirar o mesmo ar que judeus. A vida de um “palestino” não tem mais valor que a de um de uma mosca ou carrapato. Eles são vermes parasitas sub-humanos vis, imundos, nojentos e inúteis que precisam ser violentamente expurgados da face da Terra, que pertence legitimamente ao povo judeu. Precisamos odiá-los, segrega-los, discriminá-los e, acima de tudo, matá-los. Israel não está nem suficientemente PERTO em sua tentativa de varrer os “palestinos”. Temos de ter pena ou tolerância ZERO para com esses parasitas sub-humanos vulgares. Se não exterminarmos os “palestinos”, eles nos exterminarão. A história nos ensina de novo e de novo que os gentios são um risco maior à existência dos judeus. Será que não aprendemos nada com o Holocausto?

Os “palestinos” podem muito bem realizar outro Holocausto contra o povo judeu se não o exterminarmos antes. Os nazistas mataram seis milhões de judeus com êxito. Os “palestinos” podem matar ainda mais – a não ser que os matemos primeiro. Será que realmente vamos nos sentar na retaguarda e simplesmente esperar para que os sub-humanos “palestinos” deem cabo a um novo e ainda mais mortal Holocausto contra o povo judeu? Este é o risco que queres correr? Se não, então é hora de varrer esses “palestinos” de uma vez por todas, e na maneira mais brutal e violenta possível.

Os “palestinos” não merecem nada senão uma morte dolorosa, lenta e agonizante. Não deve restar “palestinos” vivos. Precisamos exterminar os “palestinos” completamente. Então, uma vez que estripemos cada “palestino”, devemos execrar as covas palestinas e incinerar seus ossos. Israel deve focar toda a sua energia em se assegurar que os “palestinos” sejam totalmente e completamente varridos da face da Terra. O único “palestino” é o “palestino” morto.

Estou enojado de ouvir “palestinos” reclamando sobre “opressão” e “genocídio”, apesar de que Israel nunca chegou nem ao menos perto de dar às baratas árabes o genocídio que elas tanto merecem. Esses “palestinos” de duas-caras, corroborantes do terrorismo PRECISAM sofrer um genocídio real e, se violência contra “palestinos” chegue a ser viral em Israel (e eu sei que será), eu mesmo não hesitarei em ir para Israel, me alistar ao exército e levar uma AR-15 para a mesquita mais próxima, especialmente se for um feriado muçulmano como o Ramadã. Eu amaria escutar os gritos dos “palestinos” quando eu invadisse seus “portos seguros” e os massacrasse com armamento avançado israelita.

Os “palestinos” provaram através de seu comportamente anti-humano que não sejam humanos. Devemos mudar legalmente a definição de crime de assassinato de forma que matar um “palestino” não seja assassinato e não leve nenhuma sentença (uma vez que “palestinos” não são humanos). Devemos encorajar rodos os judeus em Israel a assassinar “palestinos” sem misericórdia ou pena. De facto, devíamos até dar premiações para as pessoas que matarem mais “palestinos”. Devíamos ter uma competição de quem conseguisse matar mais “palestinos” em menos tempo, com recompensa em dinheiro para os matadores de “palestinos” mais eficientes. Devíamos oferecer incentivos em dinheiro para matar “palestinos” como, por exemplo, dar shekels para qualquer judeu que matar “palestinos”, com mais shekels para mais “palestinos” mortos.

Sempre que sou questionado sobre quantos “palestinos” Israel já matou, eu sei a resposta instantaneamente: nem perto do suficiente. Até que não reste mais “palestinos” respirando, a resposta permanecerá a mesma. “Palestinos” são uma praga sobre a civilização israelita, e são uma praga que precisa ser varrida. Amigos, a hora de matar “palestinos” está bem atrasada. Pegue tua arma hoje e tiremos essa escória “palestina”. Os “palestinos” são parasitas e porcos. É hora de levar os porcos para o abate. Morte a todos os “palestinos” e morte a todos que fiquem no caminho dos judeus.

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