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A Metafísica da União Sexual

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Sumo-Sacerdotisa Myla Limlal

Moderators: Egon, High Priestess Myla Limlal666


Post Sun Jan 25, 2015 5:14 am

Posts: 22
A Metafísica da União Sexual
Traduzido do Sumo Sacerdote Mageson666

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Os seres que chamamos de Deuses são aperfeiçoados acima do tempo. Eles são uma raça de Sivas ou Maha Siddhas [Os Grandes Aperfeiçoados]. O andrógino é espiritual do magnético, elétrico e não literal. Eles são seres inteiramente divinos [não mortais] que se emprestaram a uma ciência simbólica de união e ascensão, para ir de humano para inteiramente divino. Agora nós examinamos o simbólico.
Deus no macrocosmo é quintessência, não um ser literal. Simplesmente uma força cósmica impessoal. O Logos ou Shabda, a palavra.
“Verso 129 implica que a última [aqui Siva] é da natureza do Espaço Cósmico [Akasa ou Vácuo] e a essência de Siva está no mesmo espaço na condição microcósmica.” – Tirumantiram

Deus no microcosmo é um homem aperfeiçoado, que é o Siva encarnado. O Shabda encarnado. Isso também é chamado de o Vak em Sânscrito. Um que terminou a união e se tornou acima do tempo, feito daquela energia, que é quintessência, a primeira matéria Hermética.

É por isso que o processo de união é possível. Os antigos nomes de Deus contém este entendimento [AUM é o nome de Deus também e retrata a união de opostos]. Deus adiciona ao 8 o número da quintessência/mercúrio e o 8 forma o símbolo de união. A alma individual é feita do mesmo elemento que é chamado Siva e isso por união do corpo, alma e espírito é refinado na mesma energia e assim se torna Siva ao transformar cobre em ouro. Isso é feito pela serpente de fogo. Porque o elemento de Siva é além do tempo. Nós temos esse elemento Siva dentro de nós como carvão tem o diamante dentro dele. Fogo Kundalini é o que nos transmuta no corpo de Diamante.

O Zodíaco.

A serpente é o símbolo da eternidade, e o Zodíaco representa a serpente cósmica Ananat, o signo da Grande Obra.

Ophiuchus é a 13ª constelação que foi escondida. Como nós sabemos existem 13 passos da grande obra. Ophiuchus significa “O Detentor da Serpente”.
O macrocosmo é retratado como o Zodíaco que contém ambas polaridades. Em muitas imagens a pedra angular é o símbolo da grande obra, a união de opostos, e é onde o 13º signo é revelado. Em muitos casos a pedra angular está na forma da yoni da qual o Deus renascido emerge. Em algumas imagens a roda do zodíaco tem a pedra angular dentro dela como superior central.

Em outras o 13º passo aparece no logos aperfeiçoado do microcosmo abertamente na imagem do deus sol, renascido segurando a serpente no centro do Zodíaco que é também o lugar do sol. O retrato do significado duplo do macrocosmo e microcosmo, e a Grande Obra. A encarnação do logos, Siva. No leste, Siva na imagem do dançarino com 12 braços no centro da roda do Zodíaco, coroado por Ananta, mostra este 13º passo que é Siva.
No leste as divindades com cabeças de animais são representação do Vak ou o logos da criação geralmente mostrado como a imagem da pedra angular do Dragão-serpente virala. O que é manifesto dependendo da imagem na cabeça de Elefante, cabeça de Leão, e assim por diante, na imagem do microcosmo.
É por isso que a cabeça de Leão-Dragão, que é o capeamento no Leste, está acima do olho do Touro. Não tem mais queixo porque é o Logos do qual toda existência flui. Daí ele nunca pode fechar sua boca e terminar a existência, é eterno. Todo o tempo é considerado emitir da imagem do Virala, o capeamento. E esta imagem como Danielou mostra no Oeste é o homem Verde e é também mostrado na pedra angular dos Templares, na capela Rosslyn que relata a mesma cosmologia.

A união dos opostos gera a alma de volta ao vak ou quintessência [Siva] que é simbolizado como a imagem do sol, como a manifestação material deste fundamento, o que é retratado como a pedra angular ou capeamento. Por isso Yoga [união] equaliza ao número 13 na numerologia Sânscrita.

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Siva em sua forma primordial do Eternamente jovem andrógino divino.

Toda união é maithuna.

A parte feminina é o espírito que anima e transforma o masculino, na forma divina aperfeiçoada, assim como os numerosos subgrupos de como esta diferente polaridade manifesta dentro da alma. A Deusa sexualmente se senta sobre o Deus em muitas imagens, do Egito a Índia, como união e transformação da nova alma. Pois o masculino é a forma divina sendo animada e unificada pela energia feminina de criação, que ressuscita o individuo no estado renascido. A divina criança é também o Deus renascido que absorve ambas polaridades em uma. Mais sobre isso depois.
Siva é a mensagem do masculino e feminino unificados no elemento primordial, o divino andrógino. Siva é andrógino e um eterno jovem de 16 anos que adiciona ao 7 o número de conclusão, que é o processo de união completado, pois isso refina o ser no elemento de Siva. O agathodaemon é o andrógino. Skanda originalmente tem 7 cabeças, não seis. Esse é na verdade Siva. Esse é o significado do tambor de Siva assim como do hexagrama.
O ato da união da alma foi retratado pela união sexual do Deus e Deusa. Kama é retratada nos Templos na Índia até hoje. E é considerado blasfêmia nos textos Sânscritos relacionados a criação dos Templos não ter Maithuna [união sexual] retratada nas paredes dos Templos. O templo inteiro é construído de acordo com o fundamento da união. Como todos os vantras [o templo também é] retratam o mesmo.

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Cupido, Kama e Cathars

Essa é a origem e significado do Cupido, que é originalmente retratado não como hoje mas como o agathodaemon [outro titulo para Dionísio] em sua fonte, o andrógino divino de 16 anos de idade. Eros ou Cupido é o Deus no coração da maior parte dos mistérios primitivos da antiga Hellas.

“Em mitologia clássica, Cupido (Cupido em Latim, significando “desejo”) é o deus do desejo, amor erótico, atração e afeição. Ele é também retratado como o filho da deusa do amor Venus, e é conhecido em Latim também como Amor. Sua contraparte Grega é Eros.”

“Kamadeva é um nome de Vishnu em Vishnu Purana e Bhagavata Purana e de Krishna assim como de Shiva. É o nome do autor da obra Sânscrita Prayaschita padyata. Kama é também um nome usado para Agni.”

Como mostrado em outro lugar no link abaixo, esses Deuses acima são os Deuses Primordiais da fonte e tem passado por séculos de difusão cultural e adaptação.

O Deus Supremo:
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“Kāmadeva é representado como um homem de asas, belo e jovem, com pele verde [minha nota: azul e verde eram usados intercambiavelmente] portando arco e flechas. Seu arco é feito de cana de açúcar com um cordão de abelhas, e suas flechas são decoradas com cinco tipos de flores cheirosas. As cinco flores são as três flores Ashoka, flores de lótus branca e azul, a planta Mallika (jasmim) e as três flores Mango.”

Kama deva é a alma renascida, Cupido é uma pronúncia latina de Kama [Latim é Sânscrito em sua essência]. E é o divino andrógino, pois seu nome em Latim também é Amour, que é o Amour adorado pelos Cathars que eram adoradores do amor.

Amour como Evola escreveu também significa Amrita:

“Amrita (Sanscrito: अमृत; IAST: amṛta) é uma palavra Sânscrita que literalmente significa “imortalidade”, e é muitas vezes referida em textos como néctar. A primeira ocorrência da palavra está no Rigveda, onde é um dos muitos sinônimos de “soma” como a bebida que confere imortalidade sobre os deuses.”
O arco e flecha são a espinha e aspecto perfurador da serpente com prana-mantra, o mantra energizado. Antes de uma flecha ser lançada, nos mitos Orientais, mantra é sempre recitado para dar seu poder para destruir os asuras, a escória, que no Siva Purana é descrito como explosão ao estilo atômico [solar] que destrói os Asuras totalmente e suas três cidades, o que traz a união da alma e liberação. A ponta da flecha relata ao poder A também, esse poder se movendo para cima na espinha. O A relata ao logos/Siva. AUM é o mantra de uma letra porque é uma extensão do A. As asas também representam a ascensão da alma, e a cor azul ou verde aquele purificado. A cor dada ao elemento etéreo azul em Sânscrito significa purificado em inglês.

O arco de Siva é descrito como semelhante a um arco-íris na imagem de uma poderosa serpente com sete cabeças, e é também chamado o caminho sul do sol. Siva é mencionado, como sempre, segurando o arco. Arco Íris vem de arco de Rá, o navio celestial solar de Rá. A quilha é a espinha, daí os navios Dragões.

A forma de coração é vista nos textos Yogi onde os canais rosa e branco se encontram na cabeça e onde os textos afirmam que união é alcançada com o crescer da serpente. Esse símbolo de coração é uma versão reduzida da serpente Cobra com seu capuz aberto, o que representa o mesmo. Parte desse simbolismo é a união dos hemisférios duplos do cérebro. É por isso que os textos antigos se referem ao coração sendo o centro de intuição, e a glândula pineal na cabeça. Sua menção da câmara do coração é o mesmo. O coração também representa o Yoni, e a flecha o Falo, que se juntam no símbolo de união, o maior símbolo da união total depois do crescimento da serpente.

Nesse nível o angrógeno é a unificação dos canais trinos ao levantar a serpente. A flecha também representa fixar esse poder, que é visto como Krishna sendo crucificado para a árvore sagrada por flechas em uma forma antiga do conto também. Krishna é a personificação da serpente Ananta, da qual ele como Vishnu é mostrado parado em cima. A árvore é a coluna espinhal e a energia se centraliza ao longo dela com os ramos sendo os canais Nadi.
Kama deva como o Deus do amor, esse amor está tomando energia Shakti, a kundalini. O Amour Cathar é do Sânscrito amrita, o néctar da imortalidade. Isso é gerado nos chakras quando a kundalini atravessa eles conforme se move para cima, é como esse néctar causa a perfeição da alma. É por isso que Cupido ou Kama atira flechas que fazem experimentar amor [imortalidade] pela transformação da alma em elemento primordial de Siva.

Isso mostra que o amor que os Cathars adoravam era imortalidade. Amor Divino ou Amrita é a energia que é gerada pelos exercícios [Tapas] que unificam e transformam a alma em Siva. Kama é Siva nas primeiras imagens. Isso é encorpado na imagem de Kama que é também conhecido como Dionísio, Krishna e Siva.

É por isso que Krishna também significa “Azul Escuro”, a cor da quintessência. Krish também significa “A cultivação do Deus Siva.” Siva é a quintessência como afirmado no Tantra, Si e Va, a união dos masculinos e femininos juntos e geração do individuo em alma renascida, a quintessência principal.

Dionísio é chamado o Segundo Zeus porque ele é o Deus renascido e aperfeiçoado, assim como Skanda é chamado o segundo Siva pela mesma razão. Os Gregos, que por seus próprios registros conferem a evidência arqueológica, vieram direto de Helladiva que é o que restou da Sri Lanka atual [que ainda adora a Siva]. A forma original de Zeus-Dionísio é o Deus Korous no período primordial Grego antes da destruição de sua civilização pela época do fim de Creta, que marca seu declínio e perda de conhecimento cultural como registros Egípcios comentam e os Gregos posteriores mostram eles mesmos. Korous mais tarde se tornou conhecido como Zeus-Dionísio. Korous é mostrado pelado, e da cor azul, o símbolo do renascimento como um jovem de 16 anos e tem uma consorte, Radha, também tocando flauta e tendo um touro sagrado e 12 companheiros vaqueiros [12 Ganas e touro sagrado de Siva]. Isso também descreve Krishna que é também chamado Kamadeva e que entra em união sexual com 16.000 leiteiras e seus Gopis. Assim como Radha, sua meia irmã [a outra metade da alma]. No Kama Sutra nós vemos algo importante:

“Em tal modo por inversão sexual para conquistar Krishna, Radha audaciosamente libera o conflito da copulação invertida.”
Essa é a mesma imagem como em outros lugares da Deusa sexualmente montando o Deus [tal como Siva e Shakti] para trazê-lo a vida por transformação no divino andrógino.

As posições no Kama Sutra correspondem aos conceitos espirituais de união da alma. Eles tem uma essência esotérica, como os comentários do texto fazem menção.

A estrela de seis pontas, o símbolo da união e aperfeiçoamento da alma, é o triângulo de cima, o Yoni, vindo junto com o triângulo de baixo, o Falo, para gerar a alma renascida por maithuna interior. As imagens dos Deuses e naturalmente de sua união sexual formam os diagramas geométricos ou yantra que descrevem passos da ciência de união da alma.

A união sexual da Deusa montando o Deus é simplesmente outra forma de retratar o hexagrama.

Isso é uma dica para o tempo de dia dos namorados. Ele é conhecido de ter sido um feriado pagão em Roma e portanto em todo o lugar por algum período.

Krishna está no coração de Siva ao norte do qual eu tenho mostrado em outros artigos. Quando nós voltamos a Korous e a Hellas primordial, nós vemos claramente que este é o fato. Há ainda antigas pedras Serpentinas Lingam por toda a Grécia de seus centros Pagãos sagrados. Dionísio como os Egípcios e Gregos ambos dizem é Osíris no Egito e o Osíris renascido pela união sexual do Deus e Deusa. É Hari krist [Krishna][não Horus], que é retratado em imagens o mesmo que Siva-Krishna no Oriente. Higgins diz que o Deus na Irlanda que era também conhecido como Dionísio-Siva em outros lugares é chamado, dentre outos nomes, Krishna pelos antigos Irlandeses. As imagens populares de Hari [horus] também o mostram como o andrógino.
Quando o exército Grego parou em Sri Lanka navegando em seu caminho para casa após o fim da campanha de Alexandre, eles abertamente adoraram Siva-Skanda como Zeus-Dionísio.

A Bíblia no livro de revelações abertamente diz que Satan é o Deus Zeus-Dionísio.

Revelações 2:12: “Pergamos, onde o trono de Satan está.” Pergamos foi dedicado ao Deus Zeus [Dionísio] e o altar do Deus foi também o trono do Deus.

Kama significa Sexo e Kama e Yoga significa a mesma coisa:

Algo é propositalmente deixado de fora pois Kama significa sexo e união como Yoga na verdade significa união sexual ou sexo por si mesmo, pois é o mesmo. A cosmologia inteira da ciência Yogica é exibida por sexo. O símbolo antigo da União da Divindade é um pênis ereto [Lingam] dentro de uma vagina [Yoni]. O sêmen masculino ou energia se mistura com o ovo feminino ou energia dentro do útero cósmico da criação e gera o terceiro poder ou a divina criança, o Deus alma. E nove meses depois a criança emerge do útero cósmico, o Yoni, como um Deus gerado, o eterno jovem.

O Deus é sempre mostrado emergindo de um Yoni com os quarto cantos em volta dele. O deus é Kama [Siva]. Os quatro cantos são os elementos com Kama sendo o elemento primordial. Isso é ainda a carta mundial do Tarô.

Os Buddhas no famoso templo do monte de Java [Buddhaya é este mesmo elemento] possui setenta e duas destas estátuas cada uma dentro do que é chamado o útero da geração. Setenta e dois adiciona ao nove, o número da conclusão e renascimento.

Siva é o Buddha primordial antes das corrupções do presente.

Budismo Primordial:
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Tempo
A queda nos mistérios é a perda dessa união interna, que resulta na manifestação da dualidade no mundo [alma]. É por isso que o número 2 é profano nos Mistérios tal como aqueles de Pitágoras [que foi um conceito da união, não uma pessoa, mesmo o nome significa serpente]. Pitágoras se transforma no brilho de Demeter em sua morte, por essa razão.

Algo a se considerar:

Não houve big bang. O universo sempre existiu, ele é chamado Siva, o Shabda, o elemento sutil, som que está além do tempo. Isso é devido ao tempo e existência material serem gerados pela força da gravidade que uma força expansiva elétrica e magnética contratora. O físico Russell escreveu sobre esse universo elétrico. O ser aperfeiçoado é também chamado o Shabda nos textos.

A polaridade dupla vem da força primordial em uma manifestação diferente ou material. A união da mesma polaridade dentro gera um nas costas do mesmo, o Shabda. É como uma reversão do princípio que causa a força do tempo, e assim se transcende ele, o Shabda. Daí nosso Deus nos mistérios é chamado o destruidor do tempo de novo e de novo, o que é a liberação do karma que é a força do tempo ele mesmo. Karma também significa ação, o que pode ser considerado a ação das forças dualísticas que causam o tempo.

O ser Primordial é um que é feito da mesma energia da união da alma. Essa é a tradição Primordial em seu significado essencial.

O Papel Sagrado da Homossexualidade

Nas formas originais dos mistérios, Homossexualidade é usada para expressar essa ciência metafísica bem notavelmente, mesmo nas paredes dos templos.
Homossexualidade era considerada o terceiro sexo no mundo antigo. O Kama Sutra faz afirmações de acordo com isso. Há também atos homossexuais retratados nas paredes do templo que relatam a maithuna no senso cosmológico.

Originalmente a metafísica do sexo é baseada na união interior da alma da androgenia sagrada ou princípio do terceiro sexo. Heterossexualidade não era importante nesse nível, diferentemente da religião falsa do Cristianismo e sua raiz Judaica que faz apenas sexo heterossexual sagrado, baseado na profana procriação material de crianças, mesmo então feita horrivelmente em violação de todas leis sagradas e espirituais, e portanto profana. (Mais sobre: http://alegriadesatan.weebly.com/sexo-e-espiritualidade.html) Procriação de crianças na Tradição Pagã era feita de acordo com leis metagenéticas apropriadas, tempo astrológico e rituais espirituais para a criação próspera de uma criança espiritual. Tal conhecimento é considerado prática de Satanismo pelo Judaico-Cristianismo. A variação heterossexual do maithuna é contida no remanescente do ritual de casamento [tirado do mundo Pagão], mas é tão reduzida pelo Cristianismo que perdeu seu princípio metafísico. Casamentos como parte de tais leis metagenéticas arranjadas incluindo cartas astrológicas.

Como uma nota o Kama Sutra não editado tem seções inteiras devotas ao amor e sexo homossexual. Ele também menciona casamento homossexual como parte da tradição Primordial. Ele existiu até que os programas Judeus o destruíram.

Os Templários que praticaram a tradição primordial [Satanismo] escolheram retratar dois cavaleiros em um único cavalo para mostrar o princípio. Isso está ligado em porque é alegórico nos mistérios mais antigos Siva ser considerado ser Homossexual por natureza. Homossexualidade é dois do mesmo sexo físico postos juntos para mostrar polaridade metafísica dentro da alma vindo junta ao mesmo ser físico. O homossexual é o terceiro sexo, tudo isso junto mostrado no andrógino.

“Skanda é o protetor dos Homossexuais que são considerados seres privilegiados e benéficos.” Alain Danielou
O cavalo é o símbolo do poder da serpente também. A igreja escolheu a imagem dos Templários para acusa-los de homossexualidade.

Assim tudo isso mostra o princípio andrógino. Como tal união sexual não cria pessoas e é baseada no terceiro sexo, ela exalta o princípio metafísico do maithuna. Ao atacar o homossexualismo pelos Judeus [a essência dos programas Abrahâmicos que são a razão pela qual a homossexualidade é odiada] somos atacados no conhecimento essencial de maithuna e da Divindade. Esse princípio foi sempre mostrado como união sexual. Outro exemplo, o Deus renascido é sempre bissexual, por esse propósito a união dos opostos. Transsexualidade era também sagrada pois era considerado junto com homossexualidade o terceiro sexo, o que incorpora a cosmologia do divino.
Siva é o terceiro sexo, o divino andrógino.

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Referências:
“The Complete Kama Sutra”
The First Unabridged Modern Translation of the Classic Indian Text, por Alain Danielou
The Serpent The Eagle The Lion and The Disk. B.Parker
Sanford, A.W. (2002). "Painting words, tasting sound: visions of Krishna in Paramanand's sixteenth-century devotional poetry". Journal of the American Academy of Religion 70 (1): 55–81. doi:10.1093/jaar/70.1.55.
History of Indian Theatre By M. L. Varadpande. p.188. Published 1991, Abhinav Publications, ISBN 81-7017-278-0.
Eros And The Mysteries Of Love, The Metaphysic’s Of Sex. J.Evola
The Yoga Of Power. J.Evola
The Hindu Temple. Alain Danielou
Tirumantiram - Tirumular

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